Fonte: Editora Ibict - Guia de boas práticas para anonimização de dados de pesquisa

A atuação editorial nos periódicos científicos está passando por uma transformação estrutural, migrando de um enfoque operacional para uma lógica centrada na governança. A análise foi apresentada por Bernardo Dionízio Vechi, bolsista do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e um dos autores da obra “Inteligência Artificial na editoração científica em Ciência Aberta: riscos, integridade científica e governança editorial”. Em entrevista publicada em abril de 2026, o pesquisador comenta a publicação e discute os impactos da inteligência artificial na editoração científica.

Tradicionalmente voltado à gestão de fluxos de submissão e revisão, o trabalho editorial passa a incorporar funções estratégicas, como definição de políticas, promoção da transparência e garantia da integridade científica. Esse movimento acompanha a crescente exigência por alinhamento a padrões internacionais e boas práticas, reforçando a necessidade de profissionalização na gestão dos periódicos.

Como parte desse avanço, o Ibict também disponibilizou a obra “Inteligência Artificial na editoração científica em Ciência Aberta: riscos, integridade científica e governança editorial”, que aprofunda os desafios e oportunidades do uso de IA no contexto da publicação científica. O livro é assinado por Bernardo Dionízio Vechi, Milton Shintaku, Maria Aniolly Queiroz Maia e Rosilene Paiva Marinho de Sousa, pesquisadores vinculados ao instituto e com atuação em áreas como editoração científica, ciência aberta, tecnologia da informação e aspectos jurídicos da informação.

A publicação discute, de forma integrada, os impactos da inteligência artificial na gestão editorial, abordando questões como riscos éticos, integridade científica e a necessidade de estruturas sólidas de governança. Ao reunir diferentes expertises, a obra oferece subsídios práticos e conceituais para editores, gestores e pesquisadores que enfrentam os desafios contemporâneos da comunicação científica.

Ao discutir riscos, integridade científica e governança editorial, a obra mostra que a adoção da IA não se resume à incorporação de novas tecnologias. O que está em jogo são as condições de transparência, rastreabilidade, supervisão humana, proteção de dados, responsabilidade institucional e credibilidade do registro científico. Nesse cenário, o livro analisa desafios éticos, legais e operacionais, ao mesmo tempo em que propõe diretrizes aplicáveis para o uso responsável da IA no fluxo editorial.

A iniciativa reforça que a governança editorial se consolida como um eixo estratégico para fortalecer a credibilidade, a qualidade e o impacto das revistas científicas. Nesse cenário, a capacitação contínua e o acesso a conteúdos especializados tornam-se fundamentais para consolidar essa transição no ecossistema acadêmico.

Acesse a obra completa aqui: Inteligência Artificial na editoração científica em Ciência Aberta: riscos, integridade científica e governança editorial


Fonte: Editora Ibict
Texto produzido com auxílio de Inteligência Artificial e revisado pelo autor.
Confira nossa Política de Uso de IA.


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